Olhar branco
Praia selvagem
Beleza ferida
Céu nublado
Gritos mudos
Sombra agreste
Muro que barra a passagem
Horizonte magoado
Breve aragem levadiça
Porta ao fundo quebradiça
Interior incerteza
Chuva sedenta de pão
Vento espelhado na alma
Pardacenta noite de verão
Embaciados sentidos
Passos arrastados no chão
Revoltem-se as águas
Reme-se contra a maré
E novos horizontes nasçam
10 comentários:
Belo poema, um verdadeiro grito de desabafo.
Eu faço coro com a última estrofe:
"Revoltem-se as águas
Reme-se contra a maré
E novos horizontes nasçam"
Beijinhos.
*
assim é,
vamos beber de outras fontes,
abrindo novos horizontes,
remando contra a maré !
,
conchinhas magoadas,
ficam,
*
Muito belo o poema.
Obrigada pela visita, volte sempre.
bj
A reativação me deixa feliz... e o texto está ótimo! Boa semana, amiga; fica bem!
É o que sempre deveríamos fazer!
Bjssss
Minha querida
Um grito de alma em sangue...um vislumbre de esperança.
Como sempre ler-te é uma emoção.
Deixo um beijinho com carinho
Sonhadora
Belíssimo o poema...Um grito de libertação da alma, do sentir, numa busca...
Gostei imenso
Bom fim de semana
Bjgrande do Lago
O SILÊNCIO LIGA-ME AO MUNDO
Vem ouvir mil palavras do meu silêncio
Mágico beijo
*
por aqui passei,
conchinhas deixei !
,
*
Vim ver se havia novidades...
Bjsss
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