20091031

Veneno

De fumo se veste
De noite o dia
Veneno melado
Que a pele arrepia

Sem lei nem pudor
Perdeu-se a vergonha
Em estufa se criam
Bichos com peçonha

Mordem e injectam
Veneno que atordoa
Que dá sonolência

Dá náuseas e vómitos
Descargas eléctricas
Ou causa dormência

12 comentários:

Adolfo Payés disse...

Un gusto pasar por tu blog.. me gusta como escribes, te sigo para poder leerte con mas frecuencia..

Un beso


Un abrazo
Saludos fraternos

Que tengas una muy buena semana...

Vieira Calado disse...

Um bonito "soneto"

em forma reduzida!

Beijinhos

poetaeusou . . . disse...

*
profundos "dizeres"
em soneto actualizado,
,
conchinhas,
,
*

Carmela Alves disse...

Muito instigante.

Beijinhos.

O Árabe disse...

Venenos... quantos deles nos são impostos, em cada dia! :) Boa semana, amiga.

Carla disse...

assim é o veneno
beijos

Fernando Santos (Chana) disse...

Olá, belo soneto...Espectacular....
Beijos

Baby disse...

Há venenos que atordoam, outros que arrepiam e até que matam, mas como fugir deles? fazem parte do nosso dia a dia e o remédio é tomá-los a conta gotas para lhes criar a resistência desejada...
Beijinhos.

fd disse...

Intenso, aplicável a tanta coisa. Assim de repente, ocorreu-me a corrupção. Deve andar a ver sempre as mesmas notícias. :)

O Árabe disse...

Passando para desejar uma boa semana... e breve retorno. :)

Sonia Schmorantz disse...

Estou passando hoje para te desejar um ótimo final de semana
beijo

O Árabe disse...

Sentindo falta dos posts. Boa semana!